Ministração: Transformação | Ap. Doriel Dias

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31 de maio de 2017

Ministração: Transformação | Ap. Doriel Dias

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Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2Co 5.17

Na versão da Bíblia Viva:

Quando alguém se faz cristão, torna-se uma pessoa totalmente nova por dentro, já não é mais a mesma. Teve início uma nova vida2co 5.a7 BV

Você acredita no que está escrito na Bíblia? Isto aconteceu em sua vida? Vou ajudar na resposta contando um pequeno testemunho.

Nasci em um lar cristão, embora não fosse evangélico. Minha família materna era católica não praticante, e tinha um forte sentimento religioso de temor a Deus, embora não procurasse conhece-Lo nas Escrituras – não liam a Bíblia. Não se falava em novo nascimento e sempre associavam santidade as imagens. Deus nunca era apresentado como Pai, embora todos se considerassem filhos de Deus e conhecessem o “Pai Nosso”.

É confuso, mas sei que vocês compreendem, porque esse é o quadro da maioria das famílias brasileiras.

Meu pai, sempre demonstrava temor a Deus, embora dissessem em, com frequência, que não tinha religião. Meu avô paterno era membro da Igreja Batista ligada a Convenção Brasileira, portanto era tradicional. Através dele minha mãe se converteu e passou a congregar na Igreja Batista, onde frequentei dos sete aos dez anos, quando perdi a minha mãe e fui colocado num internato do Colégio Marista (Irmãos de Maria), e pouco tempo depois já não sabia se era crente ou católico, ou seja, não tinha religião.

Assim como foi com o meu pai, foi comigo, até os 42 anos quando, pela misericórdia de Deus, conheci o Senhor Jesus, e houve uma mudança radical na minha vida e na de minha família. Mas esta mudança não foi um acontecimento, mas um processo.

Quando eu tinha uns 14 anos, estava de férias, e ouvi meu pai dizer, em uma roda de amigos, ou melhor, em uma roda de bebida, pois estava num bar, algo tão importante, que mesmo depois de mais de cinquenta anos, ainda não esqueci. Ele disse: “O homem que tem uma mulher crente é um privilegiado”.

Meu pai não era crente, mas sabia que o crente era diferente, porque ele viu as mudanças, na vida da minha mãe.

Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, considerando a vossa vida casta, em temor. 1Pe 3.1,2

O mundo precisa saber que o crente faz diferença na terra.

Após a minha conversão passei a remoer essa pergunta: “A minha mulher pode dizer que é um privilégio ter um marido crente?” Mais tarde, comecei a observar se os meus filhos consideravam um privilégio ter um pai pastor?

Se eles não consideravam um privilégio algo estava errado e, provavelmente, não era com eles, era comigo, e eu tinha motivos para ficar preocupado. Hoje me sinto no direito de perguntar:

  • Mulheres, o marido de vocês pode dizer que o homem que tem uma mulher crente é um privilegiado?
  • Homens, a mulher de vocês pode dizer que a mulher que tem um marido crente é uma privilegiada?
  • Pais, os filhos de vocês podem dizer que é um privilégio ter pais cresntes?
  • Eu poderia continuar perguntando sobre os colegas de escola e de trabalho, sobre empregados e patrões, clientes, fornecedores, alunos e professores, etc.

Mas só vou perguntar se o seu vizinho pode dizer que é um privilégio ter um vizinho crente? Se ele não pode, e parece que é o que está acontecendo com a maioria, tem algo de errado e não é com ele, é com você.

A igreja tem falado muito que o Senhor Jesus está voltando e que e que precisamos conquistar a cidade para Ele e isto nos tem entusiasmado muito, o que é bom!

Mas a verdade é: enquanto a igreja não tiver consciência que a cidade só será conquistada, para Jesus, quando a população reconhecer que é um privilégio ter um vizinho crente. Enquanto isto não acontecer vamos continuar falando e esperando. A igreja precisa de testemunho.

E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.Tg 1.22

Se fossemos fazer uma pesquisa, dentro da igreja, neste momento, sobre mudança, não seriam poucos os que afirmariam: “Eu não posso mudar!” “Eu quero, mas não consigo mudar!” “Eu quero ser uma nova criatura, mas não consigo!”

Ficamos com a impressão, que é verdadeiro, o dito popular: “Pau que nasce torto não tem jeito, morre torto”.

  • Preciso lhe dizer que esta é uma confissão satânica. Alguém quer que você acredite nisto, porque quer lhe manter aprisionado.
  • A boa nova é que os evangélicos oferecem o poder da mudança que nós precisamos.

A coisa mais importante na vida é conhecer a Jesus, o Cristo, e experimentar o poder da sua ressurreição. O mesmo poder que levantou Jesus dos mortos, há mais de 2.000 anos, está a nossa, (a sua e a minha), disposição, agora mesmo, para transformar a fraqueza, de nossa vida, em força.

Segundo a Bíblia, e eu, além de acreditar na Bíblia, também oro para que você acredite, o poder de ressurreição é o poder que cancela os nossos pecados, que vence os nossos problemas, e que transforma nossa personalidade.

Quando digo, vencer os problemas, estou me referindo àqueles que nós não podemos vencer, assim como, o passado de pecado com a natureza caída, e a personalidade deformada pelos valores do mundo.

Quando o Espírito Santo controla a vida de um crente, e não apenas visita, Ele produz nove características positivas: Amor, alegria (que é regozijo), paz, longanimidade (que é paciência), benignidade (que é amabilidade), bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.

Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. Ga 5.22,23

Vou lhe fazer duas perguntas:

A primeira: quantas pessoas você conhece que exibem estas qualidades?

A segunda: quantas pessoas do seu convívio podem dizer que estas qualidades descrevem você? Ou pelo menos lembram você?

O triste fato é que:

  • Em vez de amar somos desagradáveis.
  • Em vez de viver com alegria, somos tristes, nos sentimos derrotados e deprimidos.
  • Em vez de experimentar a paz, vivemos tensos e pressionados.
  • Em vez de ser paciente, somos apressados, ficamos frustrados e irritados. Às vezes sem saber porquê.

O trânsito é um bom exemplo. Estamos sempre querendo levar vantagem, sempre insatisfeitos, trocando de faixa e irritados com os outros. Pense um pouco como você se comporta no trânsito.

  • Em vez de demonstrar benignidade, cada um vive por si.
  • Em vez de ser modelo de bondade, geralmente, não achamos nada de bom em nós mesmos.
  • Em vez de ser fiel, negligenciamos compromissos.

A mente está cauterizada, de tal forma, que se torna a maior fonte de mentiras. Quando você diz: “Diga que não estou!” Além de entrar na fogueira ainda faz do outro um cúmplice. Que personalidade (defeituosa é claro). Diz: “Não posso” quando pode e não quer. Os motivos egoístas prevalecem.

  • Mais frequentemente reagimos, diante dos outros, com ira ou ressentimentos do que com mansidão.
  • E em vez de praticar o domínio próprio, somos dominados pelas circunstâncias.

Estes são os contrastes entre a pessoa que deixa o poder de Deus operar em sua vida, e a que confia em seu próprio poder. É importante lembrar que o fruto do Espírito é singular, porque é só um: amor.

Gosto do exemplo que compara o Fruto do Espírito com uma laranja, onde apenas uma fruta tem vários gomos, que são diferentes entre si, mas todos têm a mesma cor, o mesmo cheiro e o mesmo gosto.

Assim é o Fruto do Espírito. Quando a paciência, por exemplo, é por qualquer outro motivo que não seja amor, não é Fruto do Espírito é obra do interesse ou da conveniência. É obra da carne. O mesmo acontece com todas as outras características.

O Fruto do Espírito é algo que Deus produz em nós quando lhe entregamos, sem restrições, a nossa vida.

Apenas uma coisa pode lhe impedir de mudar e, se transformar na pessoa que você e Deus querem que seja. Não é o Diabo, não são as outras pessoas e nem são as circunstâncias, é o protelar.

É o deixar para outra data – deixar para outra ocasião. O adiamento é fatal, e o pior é que você não percebe a gravidade quando diz:

  • Um dia desses vou fazer “isto” ou “aquilo”. Um dia desses vou me relacionar melhor com os outros.
  • Vou ter mais tempo para minha família;
  • Vou levar a serio a vida cristã;
  • Vou me envolver com a igreja;
  • Vou procurar mais Deus.

E esse dia nunca chega!

Uma coisa é lhe dizer que Jesus pode cancelar o seu passado, lhe ajudar a vencer os problemas que você está enfrentando agora e transformar a sua personalidade, e outra bem diferente, é você deixar Ele agir em sua vida.

Você protela por que algo, ou melhor, alguém não quer quer que você mude e arruma mil e uma maneiras para lhe justificar, inclusive dizendo que quando “isso” ou “aquilo” acontecer a sua entrega terá uma melhor qualidade.

Cuidado com as mentiras do Diabo! A qualidade está na sinceridade da entrega e não na preparação ou qualquer outra coisa.

O procrastinar pode resultar em estresse, sensação de culpa e perda.

Embora você possa concordar com tudo o que estou dizendo, você ainda pode esperar e deixar que Jesus lhe ajude “um dias desses”.

Jesus tem o poder de fazer essas mudanças em sua vida agora, se você permitir. Ele vai lhe dar o poder de começar e o poder de continuar, perseverando e quebrando as cadeias da procrastinação, da inércia que tem aprisionado a sua vontade e prejudicado a sua qualidade de vida.

Ele e, somente Ele, pode concertar sua vida. Enquanto houver vida há tempo. Nunca é tarde demais para começar tudo de novo. Você nunca será um fracassado até que desista!

Talvez você esteja sobrecarregado pelos problemas. A ressurreição faz lembrar que nenhuma situação é desesperadora. Relaxe. Confie em Deus. Você não precisa ser controlado pelas circunstâncias.

Alguém disse que as circunstâncias são como um colchão macio. Se você estiver em cima, pode descansar, mas se estiver em baixo, vai sufocar!

É verdade que nem sempre podemos controlar as circunstâncias, mas também é verdade que sempre podemos controlar a reação diante delas. Nenhum problema é grande demais para Deus.

Pois eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.Ml 3.6

Deus é imutável. Ele não mudou. É o mesmo Deus e continua agindo hoje como agia no dia da ressurreição de Cristo.

Não fique esperando. Diga agora mesmo: Jesus pegue a minha vida. Pegue o bom, o mau e o feio pegue cada parte da minha vida. Abra o seu coração ao amor de Jesus e deixe que o poder transformador da ressurreição d’Ele transforme-se em realidade em sua vida.

Mas faça isso agora, não deixe para mais tarde. Saia da sexta-feira e enfoque o domingo. Diga: o desanimo será vencido pela visão do dia do Senhor. No sábado a derrota parecia evidente, mas o domingo é o dia da vitória.

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Rafael Valença
Rafael Valença
Técnico em Manutenção e Suporte em Informática e Social Media na Igreja Obreiros de Cristo (Imbiribeira)

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